quinta-feira, 9 de outubro de 2014
sábado, 30 de novembro de 2013
sexta-feira, 29 de novembro de 2013
AQUECIMENTO GLOBAL
O aquecimento global
Eixo Temático I Tema 1: Diversidade da Vida nos Ambientes
Ambiente e Vida Tópico: I. Impactos ambientais e extinção de espécies
O aquecimento global é uma consequência das alterações climáticas ocorridas no planeta. Diversas pesquisas confirmam o aumento da temperatura média global. Conforme cientistas do Painel Intergovernamental em Mudança do Clima (IPCC), da Organização das Nações Unidas (ONU), o século XX foi o mais quente dos últimos cinco, com aumento de temperatura média entre 0,3°C e 0,6°C. Esse aumento pode parecer insignificante, mas é suficiente para modificar todo clima de uma região e afetar profundamente a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais.
As causas do aquecimento global são muito pesquisadas. Existe uma parcela da comunidade científica que atribui esse fenômeno como um processo natural, afirmando que o planeta Terra está numa fase de transição natural, um processo longo e dinâmico, saindo da era glacial para a interglacial, sendo o aumento da temperatura consequência desse fenômeno.
No entanto, as principais atribuições para o aquecimento global são relacionadas às atividades humanas, que intensificam o efeito de estufa através do aumento na queima de gases de combustíveis fósseis, como petróleo, carvão mineral e gás natural. A queima dessas substâncias produz gases como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e óxido nitroso (N2O), que retêm o calor proveniente das radiações solares, como se funcionassem como o vidro de uma estufa de plantas, esse processo causa o aumento da temperatura. Outros fatores que contribuem de forma significativa para as alterações climáticas são os desmatamentos e a constante impermeabilização do solo.
O degelo é outra consequência do aquecimento global, segundo especialistas, a região do oceano Ártico é a mais afetada. Nos últimos anos, a camada de gelo desse oceano tornou-se 40% mais fina e sua área sofreu redução de aproximadamente 15%. As principais cordilheiras do mundo também estão perdendo massa de gelo e neve. As geleiras dos Alpes recuaram cerca de 40%, e, conforme artigo da revista britânica Science, a capa de neve que cobre o monte Kilimanjaro, na Tanzânia, pode desaparecer nas próximas décadas.
Em busca de alternativas para minimizar o aquecimento global, 162 países assinaram o Protocolo de Kyoto em 1997. Conforme o documento, as nações desenvolvidas comprometem-se a reduzir sua emissão de gases que provocam o efeito de estufa, em pelo menos 5% em relação aos níveis de 1990. Essa meta tem que ser cumprida entre os anos de 2008 e 2012. Porém, vários países não fizeram nenhum esforço para que a meta seja atingida, o principal é os Estados Unidos.
Atualmente os principais emissores dos gases do efeito de estufa são respectivamente: China, Estados Unidos, Rússia, Índia, Brasil, Japão, Alemanha, Canadá, Reino Unido e Coreia do Sul.
Por Wagner de Cerqueira e Franscisco
Graduado em Geografia
APÓS LER TODO O TEXTO RESPONDA AS QUESTÕES
1)Diversas pesquisas comprovam o aumento da temperatura média global, fato que caracteriza o aquecimento global. Esse fenômeno é extremamente prejudicial para todas as formas de vida na Terra, pois causa um desequilíbrio ambiental. Nesse sentido, aponte as principais consequências do aquecimento global?
2) Como se caracteriza o processo de aquecimento global e quais os principais fatores responsáveis por esse fenômeno?
3) O que é protocolo Kyoto? Explique.
4) Cite possíveis atitudes para minimizar o processo de aquecimento global.
5) Quais os países que mais emitem dos gases colaborando com aumento do efeito estufa?
6) Dê o significado das siglas:
CO2;
CH4;
N2O;
IPCC;
ONU;
7) Sobre as causas e consequências do aquecimento global é incorreto afirmar que:
a) O processo de aquecimento global será o principal responsável pela extinção de várias espécies tanto da fauna quanto da flora.
b) A queima de combustíveis fósseis é responsável pela intensificação do efeito estufa, agravando as alterações climáticas.
c) São consequências do aquecimento global: derretimento das geleiras, aumento do nível dos oceanos, alterações de ecossistemas.
d) O aquecimento global é um fenômeno natural que está sendo acelerado devido às atividades humanas.
e) Os países desenvolvidos industrializados, principalmente Estados Unidos e as nações da União Europeia, são os únicos responsáveis pelo aquecimento global.
segunda-feira, 27 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Plantas medicinais: Espécies vegetais curam e previnem doenças
O uso de plantas medicinais para curar e prevenir doenças é uma prática milenar, provavelmente utilizada pelo homem desde a Idade da Pedra. Um dos primeiros registros históricos dessa prática é um texto chamado "Matéria Médica", escrito no século 1 pelo médico grego Dioscórides.
Durante a Antiguidade era comum a crença de que sinais externos poderiam indicar as propriedades medicinais das plantas. Um exemplo era a convicção de que plantas com folhas em forma de coração (cordiformes) fossem úteis no tratamento de doenças cardiovasculares.
Outro método utilizado pelos antigos era a observação do comportamento dos animais após a ingestão de certas plantas. De acordo com a reação do animal, eles concluíam se aquela espécie vegetal poderia ou não ser utilizada de forma terapêutica.
Princípio ativo
Embora o uso medicinal das plantas seja tão antigo, foi somente no século 17 que os químicos descobriram que a ação terapêutica dos vegetais devia-se a uma mistura de certos elementos presentes em suas folhas, caules ou raízes. Essa mistura é chamada de princípio ativo. Cada um dos elementos constituintes do princípio ativo é chamado de fármaco.
No século 19 os cientistas conseguiram isolar o primeiro fármaco obtido a partir de uma planta. Mas foi só em meados do século 20, com o avanço da química orgânica e das técnicas de extração, que o conhecimento sobre as plantas medicinais se consolidou, servindo como base para a elaboração de diversos medicamentos hoje em dia produzidos pelos grandes laboratórios farmacêuticos.
Plantas medicinais brasileiras
Atualmente, cerca de 90 espécies vegetais são reconhecidas cientificamente por suas propriedades medicinais. Dessas espécies são extraídos cerca de 120 fármacos, que são utilizados na produção de medicamentos. Algumas dessas plantas são nativas do Brasil como, por exemplo, o jaborandi (Pilocarpus jaborandi), do qual se extrai um fármaco usado no tratamento do glaucoma, a estévia (Stevia rebaudiana), que contém uma substância utilizada como adoçante dietético, e a pariparoba (Pothomorphe umbellata), que possui um composto, descoberto recentemente, eficaz na proteção contra a ação nociva da radiação ultravioleta.
Outra prática bastante difundida é a fitoterapia, ou seja, o uso de partes vegetais (frutos, flores, folhas, caules ou raízes) para a produção de infusões, cápsulas e pomadas terapêuticas. A eficácia da maioria dos remédios fitoterápicos ainda não foi comprovada cientificamente.
Também é comum o uso de plantas medicinais na produção de bebidas como, por exemplo, o café e o chá preto. O café contém cafeína e o chá preto, uma substância chamada teína, e ambas possuem propriedades estimulantes do sistema nervoso central.
Riscos da automedicação
Atualmente é muito comum que as pessoas se automediquem. Esse comportamento ocorre tanto pela impossibilidade de consultar um médico como pela falta de conhecimento sobre os riscos da automedicação. Paralelamente, a procura por tratamentos alternativos para a cura ou alívio de doenças é cada vez maior. Essa busca é impulsionada pela crença de que tudo que é natural faz bem.
Existem, no entanto, diversas plantas que possuem substâncias tóxicas entre seus princípios ativos. Geralmente, essas toxinas fazem parte do sistema de defesa da planta, evitando o ataque de herbívoros e de pragas. Se ingerirmos essas substâncias, em grandes quantidades ou de forma contínua, podemos causar sérios danos ao nosso corpo. Alguns compostos presentes nos vegetais podem causar desde alergias até complicações hepáticas e sérios problemas neurológicos.
Por isso, é muito importante tomar remédios somente com uma prescrição médica, sejam eles industrializados ou naturais. Também devemos evitar ingerir medicamentos fitoterápicos indicados por pessoas que não sabemos se estão aptas a receitar tratamentos médicos. Como vimos, nem tudo que é "natural" faz bem para o nosso organismo.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Animais Marinhos
Animais que vivem principalmente ou exclusivamente no mar.
O mar é tão grande e profundo, que conhecemos apenas uma pequena parte dos seus moradores.
Alguns deles, por acaso boiaram quando morreram....e só assim é que ficamos sabendo da sua existência, pois não temos ainda tecnologia para chegar na profundidade em que eles vivem.
Nem todos os animais que vivem na água conseguem viver na água salgada, isso acontece porque a água do mar é mais concentrada do que a do rio. Se um peixe de água doce vai para o mar, perde muita água do seu corpo (por osmose), pois a água do mar é mais concentrada que o corpo do peixe de água doce.
Pode até parecer irônico, mas é a realidade, ele morreria desidratado, dentro da água.
O mesmo aconteceria com uma pessoa, se bebesse apenas água salgada (um náufrago por exemplo), morreria desidratado, com um mar de água em volta.
A vida marinha é tão complexa quanto frágil. E é bem provavel que extingam-se muitas espécies antes mesmo que tenhamos a chance de conhecê-las. E conhecendo-as, como compreendê-las?
Alguns dos animais mais inteligentes do planeta estão no mar (analisando-se tamanho e complexidade do cérebro - aquelas dobrinhas também contam...).
Tartarugas Marinhas
Tartaruga-marinha (Cheloniidae) é a família da ordem das tartarugas que inclui as espécies de tartaruga que vivem no mar. O grupo é constituído por seis géneros e sete espécies, todas elas ameaçadas de extinção.
As tartarugas-marinhas habitam todos os oceanos, excepto o Oceano Antártico, em zonas de água tropical e subtropical. A maioria das espécies são migratórias e vagueiam pelos oceanos, orientando-se com a ajuda do campo magnético terrestre. A tartaruga-de-couro é a maior espécie, e pode ter até 2m de comprimento, 1,5 m de largura e 600 kg de peso.
Ultimamente têm sido encontradas tartarugas com plástico no estômago, sinal de que a poluição dos mares está cada vez maior.
É importante que encontremos rapidamente um meio de evoluir sem poluir.
Tartaruga Marinha Nome Científico: Dermochelys coriácea
Tartaruga Marinha Nome Científico: Dermochelys coriácea
Artrópodes na fabricação de medicamentos
Artrópodes na fabricação de medicamentos (II)
Continuando a segunda parte do trabalho sobre artrópodes com importância médica, vejamos que tipos de medicamentos podemos ter a partir do animal ou dos produtos que eles fabricam. O texto de Maicon, Taina Ferraz, Vinicius, Gabriela, Fernanda Silva, Vanessa é grande,mas muito interessante.
Existem produtos há muito conhecidos, porém a cîência descobriu novos e potentes aplicações de medicamentos a partir de artrópodes que muitas vezes desmerecemos.
A aranha Parawixina bistriata poderia impedir a morte de neurônios, através de um processo de retirada do excesso de neurotransmissores das células. Os neurotransmissores são substâncias químicas produzidas por nosso corpo e liberadas por neurônios, que ativam ou bloqueiam outros neurônios ao redor. Dessa forma, os cientistas poderiam desenvolver tratamentos para doenças sem cura, como Alzheimer e esclerose lateral amiotrófica,esclerose múltipla e esquizofrênia.
Esta aranha é encontrada em áreas de cerrado, nos testes de laboratório, a molécula foi capaz de proteger as células neurais do efeito devastador que pode causar o excesso de glutamato, um aminoácido importante no metabolismo humano, causador da morte celular, em alguns neurônios pode ocorrer em quatro minutos.
As acilpoliaminas, que envolvem um grande número de toxinas e são fabricadas pelos aracnídeos para causar paralisia nos insetos, fazem com que as presas capturadas nas teias se debatam com a glossa (a “língua”) para fora, além de apresentarem tremores nas patas e seguidas expansões e contrações do abdômen. Esses sinais demonstram o resultado da ação de uma toxina. As toxinas bloqueiam esses estímulos, paralisando as presas.
Nos seres humanos a região do cérebro que controla as emoções, a coordenação motora e a ansiedade, é onde originam algumas das doenças degenerativas como síndrome de Parkinson, e epilepsia.
O veneno da aranha brasileira Phoneutria nigriventer, conhecida como armadeira, poderá ser usado para o desenvolvimento de um remédio natural contra a impotência. Cientistas observaram que homens picados pela aranha apresentavam diferentes sintomas, incluindo priapismo (ereção do pênis dolorosa e persistente). A toxina que seria responsável pelo priapismo, Tx2-6, foi isolada pelos pesquisadores e injetada em ratos para análise dos efeitos colaterais. A ereção nos animais foi monitorada e constatou-se que essa foi potencializada após a injeção de Tx2-6 – substância que poderia ser utilizada para remédios contra a impotência.
O veneno de algumas espécies de aranhas, que provoca ereções prolongadas, pode ser usado como tratamento contra a impotência.
"Observações empíricas demonstraram que o veneno de três tipos de aranha -- a viúva negra, a atrax e a phoneutria nigriventer, originária da América Latina --, provoca sistematicamente ereções prolongadas",
O veneno age no sistema nervoso, ao contrário do medicamento contra a impotência (Viagra), que provoca a dilatação das artérias. Segundo o especialista, a substância, que pode ser mortal, tem antídotos, e por isso seria possível utilizá-la em pequenas doses com fins terapêuticos.
O escorpião Leiurus tem uma substância presente em seu veneno radioativo chamado quinquestriatus que ajuda no tratamento do câncer cerebral.
Trata-se do TM601, um peptídeo presente no "coquetel de neurotoxinas" do veneno desse escorpião, que vive no Oriente Médio. A substância não é tóxica para os humanos e "se liga" a um receptor apenas encontrado em algumas células tumorais.
Veneno do escorpião amarelo possui proteínas com ação terapêutica e aplicação na agricultura
Os pesquisadores identificaram moléculas no veneno que podem resultar em novos medicamentos e produtos para combater desde infestações de insetos até doenças como a hipertensão.
O estudo Proteoma estrutural e funcional do veneno do escorpião amarelo já mapeou cerca de 400 moléculas, entre elas potenciais componentes com propriedades inseticidas, anti-hipertensivas e antimicrobianas.
Também tem estudos do escorpião azul que pode ajudar na cura do câncer
Cientistas cubanos identificaram três proteínas no veneno do escorpião azul que inibem as células malignas do câncer. O veneno na verdade tem cor avermelhada, é tóxico se aplicado de forma parenteral (introduzida no organismo de forma diferente da digestiva, como intravenosa, subcutânea ou intramuscular.
Ferrão das abelhas (a apiterapia). O seu valor terapêutico deve-se principalmente ás suas propriedades hemorrágicas e neurológicas. Durante o tratamento de doenças não se formam anti-corpos contra o veneno de abelha e por isso o nosso organismo não cria habituação ao mesmo, sendo assim as picadas de abelha são cada vez mais usadas nos Estados Unidos e também na Europa e que se dizem ser eficazes. Também não produz nenhum efeito colateral adverso, não importa quanto tempo seja usado. Usado no tratamento de:Artrite, Reumatismo, Edemas,Asma,Arteriosclerose,Enxaquecas,Eczema,Psoríase,Celulite,
Escleroses,Mialgias
Todos nós sabemos dos poderes extraordinários do mel de abelhas. Usado de diversas formas, o mel foi utilizado como conservante nos primórdios da nossa história. De lá para cá, o mel e seus subprodutos como a geléia real e o própolis se faz presente na culinária, na indústria farmacêutica e cosmética. Produzido com néctar das flores, coletado e transformado pelas abelhas através da evaporação da água e da adição de enzimas, o mel é composto de água, açúcares (sacarose, frutose, glicose e maltose), ácidos orgânicos, minerais e aminoácidos. Possui poucas vitaminas e quase nenhuma proteína ou gordura e suas características variam de acordo com a flor de que é extraído e o néctar utilizado em sua produção. Além dos açúcares, conta com alguns aditivos do sistema digestivo da abelha. Essas substâncias permitem que o mel permaneça nutritivo por mais tempo.
Na medicina natural, o mel é conhecido como ampliador dos efeitos das plantas medicinais, porque aumenta os efeitos terapêuticos dos princípios ativos que são veiculados com ele.
O sabor doce e adstringente e a energia quente do mel o tornam um veículo adequado para levar os princípios ativos dos medicamentos aos tecidos corporais de forma profunda, permitindo a penetração nas células. Aliado no combate a distúrbios do aparelho respiratório, como rouquidão, tosse e catarro, o mel é usado na medicina natural para diminuir catarros e mucos e também reduzir a gordura corporal e a retenção de líquidos (inchaços), quando usado em pequena quantidade.
Suas propriedades medicinais variam conforme o tipo de mel. O de laranjeira funciona como calmante, além de exercer leve ação laxante; o de flores silvestres confere energia, sendo um dos melhores para se fazer máscaras caseiras porque beneficia a pele, e o de eucalipto favorece as vias respiratórias, desobstruindo-as. O mel ajuda a tratar a constipação intestinal, bronquite, asma, resfriado, náusea, sede excessiva, hemorragia e dor de garganta.
Tipos crus e aquecidos de mel são úteis para tratar úlceras de estômago, úlceras bucais, pressão alta e podem ser aplicados diretamente a queimaduras. É bom para adoçar e harmonizar a maioria das fórmulas medicinais e serve como um antídoto para a maioria dos venenos naturais. Outras secreções de abelha, como própolis e geléia real, têm propriedades tônicas enérgicas, a última em alto grau.
As abelhas usam a própolis para vedar a colméia, embalsamar insetos intrusos ou abelhas mortas e fazer a assepsia dos favos. A resina atua contra a proliferação dos microorganismos. Essa substância é misturada com o pólen para ser utilizada como antibiótico dentro da colméia. Com a própolis dentro da colméia impede-se a proliferação de micróbios e vírus.
Isso explica a eficiência da substância nos casos de dores de garganta e outras infecções nas vias respiratórias, pois, em caso de uso tópico, combate as bactérias. A mesma explicação vale para o efeito cicatrizante no caso de uso em feridas. O própolis é tido como um antibiótico natural. Existe no mercado sob a forma líquida e de pomadas para uso tópico e de cápsulas para uso interno. A própolis é uma defesa antimicrobiana natural das plantas. Tem consistência viscosa e a sua cor, sabor e aroma variam de acordo com sua origem botânica.Além disso, são encontrados também na composição química da própolis: flavonóides, vitaminas, antibióticos, enzimas e minerais (alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco).
Própolis no tratamento da Dengue: A afirmação é do apiterapeuta Gilvan Barbosa Gama. Já é usada no tratamento de infecções respiratórias como rouquidão e sinusite. Gama, que estuda o tema desde o final da década de 80, garante que o produto pode ser usado também contra o Aedes Aegypti, transmissor da Dengue.Segundo ele, isso seria possível porque a pessoa que ingere constantemente a substância exala, através do suor, um odor que impede a aproximação do mosquito. Para obter esse resultado, a pessoa precisa ingerir 7,5 ml da solução de própolis diluída em meio copo de água-de-coco. O biólogo ressalta, ainda, que é preciso realizar um teste alérgico antes de utilizar a técnica, pois mesmo sendo raro, existem casos de sensibilidade à própolis. A eficácia do tratamento, foi comprovada por Gama, em uma pesquisa de campo feita por cinco anos na Amazônia. Durante o estudo, o pesquisador administrou a própolis para garimpeiros em locais totalmente desprovidos de assistência médica. Desde que descobriu as propriedades da substância, o pesquisador luta para ter seu trabalho reconhecido pela Fundação Nacional de Saúde (FNS), órgão do Ministério da Saúde.
Geléia real é o alimento da abelha rainha. É um alimento por excelência para grávidas e intelectuais em esforço ou convalescença de esgotamentos tanto físicos como nervosos. É um alimento riquíssimo em vitaminas, aminoácidos e oligoelementos.
A Geléia Real é uma substância viscosa, e amarelada, traz os seguintes benefícios em seu corpo: Eliminação do cansaço físico e mental: ela contém proteínas (12% a 18%), vitaminas(B1,B2,B3,B6,B9,B12,A,C,D e E), Água (60%), Minerais e Aminoácidos que fortificam o seu organismo.- Normalização do apetite: ela equilibra as funções gástricas.-Ativação das funções cerebrais: mantém o cérebro jovem, proporcionando um maior rendimento da memória e de atividades intelectuais.-Fortalecimento da energia vital: mais vigor para executar suas obrigações e prazeres.-Fortificação da visão: ela fortifica substancialmente o sistema ocular.-Rejuvenescimento da pele: atua tanto a nível celular, como na epiderme; podendo ser usada em cosméticos.-Regularização do aparelho digestivo: equilibra o seu corpo, refletindo em seu intestino, fazendo-o trabalhar dentro das características de seu dia-a-dia e age como revigodora do fígado. Concluímos, portanto, que Geléia Real , não é um remédio e sim um alimento concentrado, 100% pura e que tem sido utilizada como um tônico energético.
No ser humano a Geléia Real é utilizada para prevenir e combater: anemias, raquitismo, anormalidades no crescimento, esgotamento físico, mental, sexual, stress, gripes, estados de insônia, falta de apetite e na geriatria, além de aumentar a vitalidade sexual.
A geléia real possui propriedades que atuam diminuindo o envelhecimento da pele, fortalecendo o sistema imunológico. O ideal é consumi-la em sua forma bruta, diariamente, em jejum. Possui todas as vitaminas do complexo B.
O veneno da aranha brasileira Phoneutria nigriventer, conhecida como armadeira, poderá ser usado para o desenvolvimento de um remédio natural contra a impotência. Cientistas observaram que homens picados pela aranha apresentavam diferentes sintomas, incluindo priapismo (ereção do pênis dolorosa e persistente). A toxina que seria responsável pelo priapismo, Tx2-6, foi isolada pelos pesquisadores e injetada em ratos para análise dos efeitos colaterais. A ereção nos animais foi monitorada e constatou-se que essa foi potencializada após a injeção de Tx2-6 – substância que poderia ser utilizada para remédios contra a impotência.
O veneno de algumas espécies de aranhas, que provoca ereções prolongadas, pode ser usado como tratamento contra a impotência.
"Observações empíricas demonstraram que o veneno de três tipos de aranha -- a viúva negra, a atrax e a phoneutria nigriventer, originária da América Latina --, provoca sistematicamente ereções prolongadas",
O veneno age no sistema nervoso, ao contrário do medicamento contra a impotência (Viagra), que provoca a dilatação das artérias. Segundo o especialista, a substância, que pode ser mortal, tem antídotos, e por isso seria possível utilizá-la em pequenas doses com fins terapêuticos.
O escorpião Leiurus tem uma substância presente em seu veneno radioativo chamado quinquestriatus que ajuda no tratamento do câncer cerebral.
Trata-se do TM601, um peptídeo presente no "coquetel de neurotoxinas" do veneno desse escorpião, que vive no Oriente Médio. A substância não é tóxica para os humanos e "se liga" a um receptor apenas encontrado em algumas células tumorais.
Veneno do escorpião amarelo possui proteínas com ação terapêutica e aplicação na agricultura
Os pesquisadores identificaram moléculas no veneno que podem resultar em novos medicamentos e produtos para combater desde infestações de insetos até doenças como a hipertensão.
O estudo Proteoma estrutural e funcional do veneno do escorpião amarelo já mapeou cerca de 400 moléculas, entre elas potenciais componentes com propriedades inseticidas, anti-hipertensivas e antimicrobianas.
Também tem estudos do escorpião azul que pode ajudar na cura do câncer
Cientistas cubanos identificaram três proteínas no veneno do escorpião azul que inibem as células malignas do câncer. O veneno na verdade tem cor avermelhada, é tóxico se aplicado de forma parenteral (introduzida no organismo de forma diferente da digestiva, como intravenosa, subcutânea ou intramuscular.
Ferrão das abelhas (a apiterapia). O seu valor terapêutico deve-se principalmente ás suas propriedades hemorrágicas e neurológicas. Durante o tratamento de doenças não se formam anti-corpos contra o veneno de abelha e por isso o nosso organismo não cria habituação ao mesmo, sendo assim as picadas de abelha são cada vez mais usadas nos Estados Unidos e também na Europa e que se dizem ser eficazes. Também não produz nenhum efeito colateral adverso, não importa quanto tempo seja usado. Usado no tratamento de:Artrite, Reumatismo, Edemas,Asma,Arteriosclerose,Enxaquecas,Eczema,Psoríase,Celulite,
Escleroses,Mialgias
Todos nós sabemos dos poderes extraordinários do mel de abelhas. Usado de diversas formas, o mel foi utilizado como conservante nos primórdios da nossa história. De lá para cá, o mel e seus subprodutos como a geléia real e o própolis se faz presente na culinária, na indústria farmacêutica e cosmética. Produzido com néctar das flores, coletado e transformado pelas abelhas através da evaporação da água e da adição de enzimas, o mel é composto de água, açúcares (sacarose, frutose, glicose e maltose), ácidos orgânicos, minerais e aminoácidos. Possui poucas vitaminas e quase nenhuma proteína ou gordura e suas características variam de acordo com a flor de que é extraído e o néctar utilizado em sua produção. Além dos açúcares, conta com alguns aditivos do sistema digestivo da abelha. Essas substâncias permitem que o mel permaneça nutritivo por mais tempo.
Na medicina natural, o mel é conhecido como ampliador dos efeitos das plantas medicinais, porque aumenta os efeitos terapêuticos dos princípios ativos que são veiculados com ele.
O sabor doce e adstringente e a energia quente do mel o tornam um veículo adequado para levar os princípios ativos dos medicamentos aos tecidos corporais de forma profunda, permitindo a penetração nas células. Aliado no combate a distúrbios do aparelho respiratório, como rouquidão, tosse e catarro, o mel é usado na medicina natural para diminuir catarros e mucos e também reduzir a gordura corporal e a retenção de líquidos (inchaços), quando usado em pequena quantidade.
Suas propriedades medicinais variam conforme o tipo de mel. O de laranjeira funciona como calmante, além de exercer leve ação laxante; o de flores silvestres confere energia, sendo um dos melhores para se fazer máscaras caseiras porque beneficia a pele, e o de eucalipto favorece as vias respiratórias, desobstruindo-as. O mel ajuda a tratar a constipação intestinal, bronquite, asma, resfriado, náusea, sede excessiva, hemorragia e dor de garganta.
Tipos crus e aquecidos de mel são úteis para tratar úlceras de estômago, úlceras bucais, pressão alta e podem ser aplicados diretamente a queimaduras. É bom para adoçar e harmonizar a maioria das fórmulas medicinais e serve como um antídoto para a maioria dos venenos naturais. Outras secreções de abelha, como própolis e geléia real, têm propriedades tônicas enérgicas, a última em alto grau.
As abelhas usam a própolis para vedar a colméia, embalsamar insetos intrusos ou abelhas mortas e fazer a assepsia dos favos. A resina atua contra a proliferação dos microorganismos. Essa substância é misturada com o pólen para ser utilizada como antibiótico dentro da colméia. Com a própolis dentro da colméia impede-se a proliferação de micróbios e vírus.
Isso explica a eficiência da substância nos casos de dores de garganta e outras infecções nas vias respiratórias, pois, em caso de uso tópico, combate as bactérias. A mesma explicação vale para o efeito cicatrizante no caso de uso em feridas. O própolis é tido como um antibiótico natural. Existe no mercado sob a forma líquida e de pomadas para uso tópico e de cápsulas para uso interno. A própolis é uma defesa antimicrobiana natural das plantas. Tem consistência viscosa e a sua cor, sabor e aroma variam de acordo com sua origem botânica.Além disso, são encontrados também na composição química da própolis: flavonóides, vitaminas, antibióticos, enzimas e minerais (alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco).
Própolis no tratamento da Dengue: A afirmação é do apiterapeuta Gilvan Barbosa Gama. Já é usada no tratamento de infecções respiratórias como rouquidão e sinusite. Gama, que estuda o tema desde o final da década de 80, garante que o produto pode ser usado também contra o Aedes Aegypti, transmissor da Dengue.Segundo ele, isso seria possível porque a pessoa que ingere constantemente a substância exala, através do suor, um odor que impede a aproximação do mosquito. Para obter esse resultado, a pessoa precisa ingerir 7,5 ml da solução de própolis diluída em meio copo de água-de-coco. O biólogo ressalta, ainda, que é preciso realizar um teste alérgico antes de utilizar a técnica, pois mesmo sendo raro, existem casos de sensibilidade à própolis. A eficácia do tratamento, foi comprovada por Gama, em uma pesquisa de campo feita por cinco anos na Amazônia. Durante o estudo, o pesquisador administrou a própolis para garimpeiros em locais totalmente desprovidos de assistência médica. Desde que descobriu as propriedades da substância, o pesquisador luta para ter seu trabalho reconhecido pela Fundação Nacional de Saúde (FNS), órgão do Ministério da Saúde.
Geléia real é o alimento da abelha rainha. É um alimento por excelência para grávidas e intelectuais em esforço ou convalescença de esgotamentos tanto físicos como nervosos. É um alimento riquíssimo em vitaminas, aminoácidos e oligoelementos.
A Geléia Real é uma substância viscosa, e amarelada, traz os seguintes benefícios em seu corpo: Eliminação do cansaço físico e mental: ela contém proteínas (12% a 18%), vitaminas(B1,B2,B3,B6,B9,B12,A,C,D e E), Água (60%), Minerais e Aminoácidos que fortificam o seu organismo.- Normalização do apetite: ela equilibra as funções gástricas.-Ativação das funções cerebrais: mantém o cérebro jovem, proporcionando um maior rendimento da memória e de atividades intelectuais.-Fortalecimento da energia vital: mais vigor para executar suas obrigações e prazeres.-Fortificação da visão: ela fortifica substancialmente o sistema ocular.-Rejuvenescimento da pele: atua tanto a nível celular, como na epiderme; podendo ser usada em cosméticos.-Regularização do aparelho digestivo: equilibra o seu corpo, refletindo em seu intestino, fazendo-o trabalhar dentro das características de seu dia-a-dia e age como revigodora do fígado. Concluímos, portanto, que Geléia Real , não é um remédio e sim um alimento concentrado, 100% pura e que tem sido utilizada como um tônico energético.
No ser humano a Geléia Real é utilizada para prevenir e combater: anemias, raquitismo, anormalidades no crescimento, esgotamento físico, mental, sexual, stress, gripes, estados de insônia, falta de apetite e na geriatria, além de aumentar a vitalidade sexual.
A geléia real possui propriedades que atuam diminuindo o envelhecimento da pele, fortalecendo o sistema imunológico. O ideal é consumi-la em sua forma bruta, diariamente, em jejum. Possui todas as vitaminas do complexo B.
TRABALHO **BIODIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS
TRABALHO DE CIÊNCIAS **** 7º ano
TEMA: BIODIVERSIDADE E CLASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS
1) PESQUISE UMA PLANTA OU UM ANIMAL, DA FLORA OU DA FAUNA BRASILEIRAS, DO QUAL SE EXTRAI MATERIAL QUE PODE SER USADO NA FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS. IDENTIFIQUE O NOME CIENTÍFICO E O AMBIENTE NATURAL BRASILEIRO EM QUE ESSA PLANTA OU ESSE ANIMAL É ENCONTRADO.
2)FAÇA UMA LISTA COM NOME DE SEIS SERES VIVOS QUE VOCÊ NUNCA VIU “AO VIVO” E SÓ CONHECE POR MEIO DE FILMES OU REVISTAS. NESSA LISTA, CITE TRÊS QUE VIVEM EM ÁGUA DOCE OU SALGADA E TRÊS QUE VIVEM NATERRA FIRME.
3)DE ACORDO COM AS REGRAS DE CASSIFICAÇÃO DOS SERES VIVOS DÊ O NOME CIENTÍFICO DE CADA ESPÉCIE ABAIXO:
• GATO DA ÍNDIA;
• BARATA;
• ESPÉCIE HUMANA;
• ONÇA PINTADA;
4)INDIQUE O GÊNERO E QUAL A ESPÉCIE DE Felis catus (GATOS DOMÉSTICOS).
5)OS SERES VIVOS FORAM REUNIDOS EM GRANDES GRUPOS CHAMADOS REINOS. CITE – OS.
6)CONCLUSÃO
7)BIBLIOGRAFIA
terça-feira, 23 de abril de 2013
Filmes para as Aulas de Ciências e Biologia
Gattaca - Experiência Genética.
Mãos talentosas - A história de Benjamin Carson
Quase Deuses
Sonhos Tropicais
O Jardineiro Fiel
Osmose Jones
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domingo, 21 de abril de 2013
Fotossíntese ###
Todas as plantas são capazes de produzir o seu próprio alimento, mas como será que isso acontece?
Elas conseguem produzir o próprio alimento através de um processo que chamamos de fotossíntese. As plantas precisam de três ingredientes básicos para realizar a fotossíntese: a luz solar, a água e o gás carbônico (CO2).
Na fotossíntese, as plantas absorvem água e sais minerais através de suas raízes, e os transportam por meio de vasos condutores até suas folhas. Essa solução é chamada de seiva bruta.
Nas folhas das plantas há um pigmento que dá a elas a cor verde. Esse pigmento é chamado de clorofila e é o responsável por captar a luz solar. Nas folhas há também estruturas responsáveis por absorver o gás carbônico que fica disperso no ar. Essas estruturas se chamam estômatos.
Quando a planta tem água, gás carbônico e luz solar, ela consegue produzir o seu próprio alimento, que é a glicose (um açúcar). Durante a transformação da água e do gás carbônico em alimento, a planta libera oxigênio (O2) no ar.
Toda a glicose produzida no processo de fotossíntese é levada às outras partes da planta, através de vasos condutores. Essa solução é chamada de seiva elaborada.
Esquema da fotossíntese
Na natureza existem algumas plantas que vivem em solos pobres em nutrientes. Por esse motivo, elas precisam complementar a alimentação capturando alguns seres vivos e absorvendo os nutrientes dele. É o caso das plantas carnívoras.
Cada espécie de planta carnívora tem a sua maneira de capturar um ser vivo. A espécie Dioneia, por exemplo, possui folhas diferentes que exalam um cheiro que atrai suas presas. Quando a presa pisa em suas folhas, automaticamente a planta as fecha não deixando o animalzinho sair.
Dioneia, uma das espécies de plantas carnívoras
Outra espécie de planta carnívora é a Nepenthes, muito conhecida como jarrinha, por ter a forma de um jarro. Essa planta tem cores vivas e um líquido açucarado em seu interior que atrai muitos insetos. Quando os insetos entram nesse jarro, caem dentro da planta e são transformados em nutrientes.
Nepenthes, outra espécie de planta carnívora
IRIS MENDES PIRES
Graduada em Biologia
Esquema da fotossíntese
Na natureza existem algumas plantas que vivem em solos pobres em nutrientes. Por esse motivo, elas precisam complementar a alimentação capturando alguns seres vivos e absorvendo os nutrientes dele. É o caso das plantas carnívoras.
Cada espécie de planta carnívora tem a sua maneira de capturar um ser vivo. A espécie Dioneia, por exemplo, possui folhas diferentes que exalam um cheiro que atrai suas presas. Quando a presa pisa em suas folhas, automaticamente a planta as fecha não deixando o animalzinho sair.
Dioneia, uma das espécies de plantas carnívoras
Outra espécie de planta carnívora é a Nepenthes, muito conhecida como jarrinha, por ter a forma de um jarro. Essa planta tem cores vivas e um líquido açucarado em seu interior que atrai muitos insetos. Quando os insetos entram nesse jarro, caem dentro da planta e são transformados em nutrientes.
Nepenthes, outra espécie de planta carnívora
IRIS MENDES PIRES
Graduada em Biologia
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